Atendendo às exigências e expectativas dos fãs da banda americana Linkin Park, o diretor de comerciais Jason Zada produziu um clipe incrível que entra para a lista de clipes consagrados da banda.
Fanáticos por zumbis, podem comemorar: o produtor de The Walking Dead, Glen Mazzara, prometeu mortes mais intensas e difíceis na 3ª temporada da série!
"Resident Evil - Retribuição": um desastre em forma de cinema. Some um péssimo roteiro a uma direção digna de um amador. É, isso é o quinto Resident Evil.
Resident Evil nunca foi o Resident Evil "pai". O diretor, produtor e roteirista do longa Paul W.S. Anderson criou uma história completamente controversa ao game, o que deixou os fãs do jogo indignados, seja na história totalmente desconexa, seja nos títulos escolhidos pelo diretor. E, hum, este tem como subtítulo o nome "Retribuição" (caramba, retribuição de quê???). O filme que nunca teve um roteiro decente cai ainda mais nesse. Nesta última película, que é de longe o filme mais sem sentido e sem nexo da “saga”, a protagonista Alice está sem poderes e se vê presa dentro de um complexo da Umbrella (de novo) dessa vez a comando da Rainha Vermelha (é ela ainda está viva) e o vilão do anterior Wesker agora a ajuda a escapar do tal complexo. Neste lugar a Rainha Vermelha realiza testes com o vírus utilizando clones chamados de “modelos básicos” para vendê-los como armas biológicas a países como Rússia, EUA, China e Japão. A trama tenta ir se desenrolando o acaba acarretando um grande desastre. Fãs de The Walking Dead terão ódio ao ver o que os “zumbis” são capazes de fazer como pilotar motos, dirigir carros de guerra e ainda sobreviver no mar da Rússia. O único ponto positivo é a trilha sonora, que é aceitável. A fotografia não tem nada chamativo. Ainda conta com Lion (é, ele mesmo, o do quarto jogo) que o Anderson colocou pra difamar a imagem do personagem, o qual durante todo o filme não faz absolutamente nada chamativo. O filme é de curta duração (ainda bem) e com diálogos sem sentido de tempos em tempos. Há uma luta “épica” de Alice contra alguns monstros e só; não tem muito que falar desta obra que não passa de um filme de Sessão da Tarde. Não recomendo.
Quando foi anunciado que Jason Zada (diretor de comerciais) dirigiria o novo clipe da banda americana Linkin Park, muitos fãs criaram expectativas positivas sobre o vídeo mais recente do álbum Living Things, lançado este ano pelo Linkin Park. Joe Hahn, dj da banda, foi diretor da maioria dos clipes do Linkin Park, entre eles What I've Done, Bleed It Out e o clássico dos clássicos Numb. Sejamos sinceros, Hahn é um bom diretor. O que acontece é que os clipes de Hahn acabaram se tornando incompreensíveis ao longo dos tempos, sendo ora pouco emocionantes, ora desconexos com a letra e ora as duas coisas ao mesmo tempo. Fãs, suas expectativas foram atendidas! Jason Zada afasta os maus espíritos e apresenta o rapper Gino the Ghost como o personagem principal, que traz uma maleta cheia de fotografias que aparentemente são de conhecidos das pessoas que estão ao seu redor (aos 1:05min, por exemplo, uma idosa olha uma foto daquele que provavelmente é seu marido, enquanto Gino vê a modelo Carly Francavilla aos 1:20min). Capturando bem as emoções dos atores, Zada integra a força da letra com as reações daqueles que estão interpretando. No início da música, o vocalista Mike Shinoda canta "Você foi aquela base, nunca será outra pessoa, não", o que explica as lágrimas de comoção das pessoas ao reencontrarem seus conhecidos. A letra continua relatando uma enorme decepção: "E então veio o sofrimento, o mal estar, o choque quando você fez aquilo comigo. Tão vazio, tão deprimente, tão amedrontador que nem pude perceber". Mais uma vez a captura de emoções é perfeita quando os coadjuvantes aparecem com aquela cara de "me perdoe, eu não queria fazer aquilo", aumentando ainda mais a interação vídeo/vida do espectador. Chester Bennington, o outro vocalista da banda prossegue com a letra: "E as promessas quebradas, lá no fundo, cada palavra se perde no eco".
Fonte: LinkinPark.com. Clique na imagem para ampliar.
A música retrata um fato de cunho pessoal que geralmente tem um final feliz: você dá a volta por cima daquele que te pôs para trás, tanto é que Shinoda canta "Fui enganado, abandonado, e já me disseram não. E eu voltei. Inabalado. Desapontado, mas vívido e colocado isso para trás". Somado à parte final do refrão ("Então uma última mentira que eu posso exergar através dela, agora é a vez de eu finalmene deixar você ir"), esse fato explica as imagens nas fotografias serem substituídas pelas dos seus portadores, que partem dessa para melhor desmoronando como uma estátua de areia, deixando um ar meio satírico com um subentendido "enfim, até logo. Você vai sentir minha falta quando eu for embora". Com efeitos visuais bem feitos, cenário marcante, direção impecável e fotografia intensa, Lost In The Echo consegue ser um clipe competente, agradável e emocionante, para a alegria dos fãs do Linkin Park. No site oficial do clipe (LostInTheEcho.com), você pode interagir com o clipe "emprestando" algumas fotos aleatórias do seu perfil no Facebook para o vídeo. É muito bom e vale a pena acessar. Para os que conseguiram ler até o fim, aí vai o clipe da música:
O pessoal do IFC preparou uma lista com as cenas de tiro mais conhecidas e clássicas da história do cinema. Traduzimos e adicionamos algumas coisas, com as cenas separadas por ordem de força e impacto. De Matrix a Clube da Luta, uma seleção dos melhores trechos em que as balas se tornam protagonistas!
Matrix ("The Matrix", 1999) - "Hora da bala!" Não se pode fazer uma lista com o tema balístico sem incluir ofilme queintroduziu o termo "bullet-time"para a consciênciada cultura pop.Enquantoalguns dos efeitosvisuais deWachowski no jogo de mudança dethriller de ficção científica pareçam agora um tanto ultrapassados [hey, o filme tem 13 anos!], o maestro fez com que o florescer de Neo(KeanuReeves)esquivando das pequenas partículasque sãodisparadas contra elepelosagentes [principalmente se inclinando muito, muito para trás] permanecesseuma visãoemocionante.Que grande momento de herói-e grande momento de bala também!
Três Reis ("Three Kings", 1999) - "Ferida de calibre 101"
Do subversivo DavidO. Russell à abordagemestranhamentelúdica deo que poderia tersido uma história deguerraangustiante nasce "TrêsReis", uma caça ao tesourodivertida de umfilme comoGeorgeClooney,Mark Wahlberg, Ice Cubee [por um curto tempo]Spike Jonze, quevãobusca deouro escondidonosúltimos dias daprimeiraguerra do GolfoPérsico.RogerEbertdisse que é melhorquando elechama o filme de"um retratoda guerraparafusosolto queenviaação e humorpara baterde frente um como outro egira em torno de raivapolítica". Éo tipo de filme onde temosum visualpesadoauxiliar dea equipe de animação, quandoClooneydescreve exatamente o quefazum ferimento de balano interiordo seu corpo(não ébom).Étambém o tipo defilme em queuma vacapodede repenteexplodir.
O Corvo ("The Crow", 1994) - "Fire it up!" "Um brinde àNoite do Diabo, meunovo feriadofavorito".Ecomo secelebra30 de outubrono deserto de direção de artealtamenteindustrial conhecido comoDetroit? Atirando no bar de mergulho favorito de todos,The Pit, é claro.Apesar denão seremdados tiros, você mente- a noiteantesdo Halloween chama paraalgo um pouco maisdecadente, ou seja,uma balairpara seu estômago com um uísque barato.O líder da gangueT-Birdtodospersegue a todos e queimaa própria línguacom seu charuto, só para mostrarque ninguém sabefazer uma festa comoDavid PatrickKelly.Não se preocupe,todos eles vãoreceber a delesantes dosol nascer.
Superman, O Retorno ("Superman Returns", 2006) - "Bala vs. Super-olho" Equem você acha queganha? A tecnologia de efeitos especiaissaltouedifícios altosem um único pulodesde 1978 com"Superman", o que significa que, até 2006, o diretor Bryan Singerpôde realmenteficar grande(ou, neste caso, pequeno) em mostraros muitos poderesdo Homem de Aço.Nós amamosessa cenaprincipalmente porqueeste idiotarealmenteparece pensar queuma metralhadorabobavai pararo cara nacapa vermelhaquetodos sabem que não podeser ferido porbalas,mesmo quando háum monte delesde uma só vez. Essabalasendo esmagada aoentrar em contato comumdos olhos azul-bebêdo Supermané um dosmomentos mais agradáveis dos filmes públicos.
Clube da Luta ("Fight Club", 1999) - "Exocisando Tyler Durden" Claro, o recursodo Narrador(EdwardNorton)para livrar-se do seualter-ego(Brad Pitt) pode não fazer muito sentido[quemacha queuma bala norostoéuma cura rápidapara a psicose?], mas certamente évisceralmentesatisfatório... especialmente quandoTyler faz mais umapiadaem ["que cheiro é esse?"] um momento antes de bater nochão eflutuarde volta para osubconsciente. Alguns acham que o roteiristaJimUhlsnãosabia bem comofazer para encerrar oconflito centralem "Clube da Luta", quando ele mudaconsideravelmenteo fimdo romance deChuckPalahniuk em algo instantâneo, mashey, háalgo sobre ele quefunciona muito bem.Infelizmentenão temoso clipeem si, maspor que não iratrásdas cenasdofilme mágicoque trouxe esteslo-mo-ker blampara a vida?
Tempo de Violência ("Pulp Fiction", 1994) - "Marvin devia ter uma opinião" "Oh,homem, eu atirei na cara do Marvin..."A leitura da reação de John Travolta em relação ao infelizmatadorVincentVegapor o seu "acidente" infeliz em "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino,transformaum pedaçoconjuntoincrivelmenteviolentoem um dosmomentos mais engraçadosdo filme [ultrajeJules montado profanamente nasituação súbitaajuda, também].Nós nuncasaberemos comoVincentconseguiu apertar o gatilhoenquantoseu associado, Marvin, dá uma opiniãosobre se ounão o fato deque ele eJules(SamuelL.Jackson)sobreviveram a umarecenteemboscadaera um "agirde Deus "ou não, masprovavelmente não é, definitivamente, porque motoristade Julesbateu uma colisãoou algo assim.De qualquer forma, é hora de avisar oJimmyemToluca Lakee chamar oLobo paralimpar a bagunça!
Fargo ("Fargo", 1996) - "Ohhhhh, caramba..." "Eu deiinstruçõessimples pra c***lho!" Oh, Carl, você não sabe queestealcaparraestava condenado desdeo início, quandoelenão pôde ser aprovadoseShepdissesse que a reuniãofoi 7:30ou 8:30? As coisas vãode mal apior noquase sobrenatural"Fargo", e o ego de macho alfa de Wade(Harve Presnell)não ajudaquando ele pensa quepodechegar ao braço-forte doshomens que raptaram suafilha."Não!Jean, não há dinheiro" e Wade um tiro tiroatravés de suaparka(amamosaquele poofde algodão- oh, Irmãos Coen!), emboraele conseguevingar-seum poucocom um tirono rostoCarl(SteveBuscemi). "Você deveria vero outro cara". Carl em seguida brincacomseu parceiro,GaerGrimsrud(PeterStormare), que mais tarde mostra que você nãoprecisa de uma armaquandoum machado e um picador de madeirafazem muito bem o serviço.
Sin City: A Cidade do Pecado ("Sin City", 2005) - "A vingança nunca é plena..." Logo no começo Sin City se mostra uma trama muito bem amarrada e com uma fotografia inacreditavelmente perfeita [somar partes coloridas com dessaturadas em uma película só não é nada fácil]. Em seguida, o policial Hartigan (Bruce Willys) vai atrás de um assassino e estuprador de garotinhas após dar um soco desmaiante no seu parceiro. Tudo vai bem, o criminoso é encurralado, a garotinha é salva e... o parceiro chega e atira pelas costas?! Sinceramente, vale a pena dar esperança de fuga ao bandido só pra se vingar de um soco? Crianças, discutam isso depois... Não bastasse a saraivada de balas que Willys leva, ainda são disparados mais alguns projéteis só pra garantir que ele não vai fazer nenhuma besteira. Poxa...
Os Infiltrados ("The Departed", 2006) - "Vindo abaixo no elevador"
Qualquer um que tivessevisto "Infernal Affairs" [filme de açãode Hong Kong no qual "Os Infiltrados" é baseado] sabia o que iaacontecer comLeo quando a portado elevador se abrisse... masvamos enfrentá-lo, não há tantos Yankeesque tenhamvisto"Infernal Affairs". Congratulações para MartinScorsesepor mantereste momentono remakeamericano[emboracertamente não serestranho Leo ser mortoem seus filmes] e parabéns para os diretores de "Affairs"Wai-KeungLaue AlanMakporseu heróisairassimrapidamentee sem alarde em um mundo violento, onde você nunca sabequandoseu tempo acaba e não pode, finalmente, fazer umacena de morte"cool".De qualquer forma,isso conta comoum grande "suspiro público coletivo", o ridículotirode encerramentoda contagem docinema comoqualquer outro.
RoboCop ("RoboCop", 1987) - "Somente um defeito" PaulVerhoeven tem um senso de humor, digamos... especial, queveio a todo vapor com a introdução doED-209em "Robocop", um desajeitado, rosnandor, gigante e lento robô que aparentemente não perdoa quandovocênão cumpre as suasordens dentro20 segundos. Estilhaçar o pobre Sr.Kinneyé, sim, curiosamente, um dosmomentos mais engraçadosdo filme, mesmo quando você faz uma reflexão abragente -quem diabostrazum robô gigante mau programado e armadopara uma sala deconferência? Assim comotodos os outrosédivertido ver as reações quando os tiros cessam e sobe um arsatíricodeinsensíveis"Bem,apenas mais um diano escritório", quando a fumaça se dissipa. Que a falha seja consertada, Dick.
O Poderoso Chefão ("The Godfather", 1972) - "Sonny paga o pedágio" Uma dascenas de mortemais emblemáticosda história docinema, a morteviolentade SonnyCorleoneno pedágioem "O Poderoso Chefão",transformou o queerauma fábulacriminal um tantoextravaganteemuma tragédiamadura e de proporções quase Shakespeareanas.A mortede Sonnynão é surpresa- o filhomais velhode Vito Corleone, muitocabeça quente,estava praticamentepedindoalgum tipo deretribuição kármicadesde o início -mas abrutalidadede seu assassinatoainda temo poder de chocare surpreender.E é ochute no rostoque, bem, mostra que um dos atiradoresainda não estava satisfeito e que ele tinha queplantara botana carado homem morto.Pelo amor de Deus,não se envolvamcom a máfia.